A melhor parte desse vídeo pra mim é quando ele fala:
We are currently preparing students for jobs that don't yet exist, using technologies that haven't yet been invented in order to solve problems we don't even know are problems yet.
Por isso a importância da filosofia junto a tecnologia. A essência é não apenas o quão rápido o maravilhoso pode ser algo tecnologicamente avançado, mas sim a sua razão, de onde veio e para onde vai. Enfim, o Por quê?
O por quê da tecnologia nuclear? O por quê da reciclagem? Por que deixamos de conversar e guerreamos?
Podemos pensar na resposta ou não. É isso que chamamos de livre arbítrio. O que nos separa dos animais.
A única coisa que vocês precisam saber para pensar sobre esses vídeos é que diferente do ASIMO (aquele robo da Honda) e do QRIO (o da Sony), esses robôs abaixo (Anybots) estão literalmente aprendendo os movimentos antes de realizá-los. Não são programados.
When does a perceptual schematic become consciousness? When does a difference engine become the search for truth? When does a personality simulation become the bitter mote... of a soul?
Conhecem a expressão "Sopro da vida"? Pensem a respeito.
Pode ser que alguém já tenha visto alguns desses videos, mas eu gosto muito desses 3. Eles me fazem pensar em como tudo começou pra mim. Me fazem lembrar uma frase que ouvi e que não faz mais sentido. Lembro de pessoas dizendo:
No futuro, haverá dois tipos de analfabetismo, o analfabeto que não sabe fazer uso da lingua, falada e escrita, e o analfabeto na informática, que não sabe manipular o computador como ferramenta de trabalho.
Assistam os videos e continuem lendo após.
O desenvolvimento das interfaces é tal qual que muito em breve tudo será altamente intuitivo, e menos tempo precisará ser gasto com a aprendizagem do código de interface e mais poderá ser dispensado a realização do propósito real da aplicação.
Agora, o verdadeiro "pulo do gato" esta aqui: Não é a nossa lingua uma interface? Uma ferramenta que usamos pra nos comunicar? Hoje nascemos e temos que APRENDER um código de linguagem, assim como aprendemos a usar um computador.
Mas agora pensem a respeito, se as interfaces podem se tornar intuitivas o bastante para não ser necessário termos de aprendê-las, não demoraria muito até que algo semelhante acontecesse com nossos códigos linguísticos, afinal de contas, todo ser humano pensa da mesma maneira, só estamos usando, cada nação, uma interface diferente. :)
A percepção humana está muito mais ligada a proporcionalidade do que ao tamanho real das coisas. E já que estamos falando de quantas e coisas infinitesimalmente pequenas, porque não olhar na outra direção? Tudo é tão intrigante quanto.
Proporcionalmente somos tão infinitesimalmente pequenos quanto os próprios quantas. E preciso dizer pra pensarem a respeito?